As perguntas que mais apareceram até agora, respondidas sem enrolação. Se a sua não estiver aqui, escreva para fiodeazeite@summalabore.com.br.
Não. Você digita seu e-mail, recebe um código de oito dígitos e entra com ele. Nada para memorizar, nada para esquecer.
No iPhone e no Android, o teclado costuma oferecer o código sozinho assim que ele chega — é só tocar.
Confira a caixa de spam: o remetente é
fiodeazeite@summalabore.com.br, e endereço novo às vezes cai
lá na primeira vez.
Se não estiver, peça outro. O código anterior deixa de valer quando um novo é gerado, então não há risco de confundir os dois.
Dá. Na tela de entrada há "Dar uma olhada antes de entrar", e ela leva ao app inteiro em modo convidado.
O que você fizer nesse modo não é guardado — é para conhecer, não para usar de verdade.
A unidade do Fio de Azeite não é a pessoa, é a casa. Quem mora junto compartilha o mesmo cardápio, a mesma lista de compras e o mesmo caderno de receitas.
Você convida quem mora com você, e o que um planeja o outro vê.
Você declara as restrições no começo, e elas valem para tudo que o app sugere.
O que importa aqui é como ele confere: não pelo nome do prato, e sim pelos ingredientes de cada receita, um a um, com os alérgenos que o catálogo declara. Um "Macarrão alho e óleo" não tem a palavra glúten no nome — quem denuncia é o espaguete.
Não, e nós preferimos dizer isso. O filtro é derivado do catálogo de ingredientes, que é curado à mão. Um ingrediente classificado errado passa despercebido pelo filtro.
Se a restrição da sua casa é médica — celíaca, alergia a proteína do leite, alergia a frutos do mar — leia a lista de ingredientes antes de cozinhar. O app economiza seu tempo; ele não substitui sua conferência.
Isso acontece em um lugar só: quando você fotografa a geladeira e o app mostra o que dá para fazer.
A lógica é que o ingrediente está na sua casa, então quem decide é você — e a receita aparece com um aviso dizendo qual restrição ela contraria, em vez de sumir sem explicação.
Em todo o resto do app — cardápio da semana, sugestões, cadastro — a restrição filtra normalmente e a receita não aparece.
Você bate uma foto do que tem em casa. O app identifica os ingredientes, mostra a lista para você conferir, e então ordena as receitas do catálogo por quantos ingredientes faltam.
A tela de conferência existe de propósito: custa um toque e é o que separa "o app leu errado" de "o app mentiu".
Porque ninguém fotografa o saleiro. Sem essa suposição, quase toda receita apareceria faltando dois itens que você tem.
O app diz que assumiu, na própria tela de conferência, e você pode desmarcar. Se você desmarcar, as receitas passam a contar esses itens como faltando.
Erra, e de dois jeitos previsíveis.
O que está atrás não é contado. Geladeira cheia esconde metade do que tem, e o app é instruído a não adivinhar o que não vê.
A quantidade é palpite. A foto mostra que você tem ovo; não mostra que são três e a receita pede dois. Quando ele não tem certeza de um item, marca com "?" — e é aí que a sua conferência vale.
Pode, e é para isso que ela existe. Toque no microfone, fale à vontade, e toque de novo quando terminar.
Pause o quanto quiser. Só o botão encerra a gravação — o app não desiste porque você parou para lembrar a quantidade.
Ele preenche o formulário e você revisa antes de salvar. Se não conseguir organizar, o que você falou não se perde: a transcrição vai para o modo de preparo e você ajusta o resto.
Pode. Ele lê a foto e extrai o que estiver lá — e só o que estiver lá.
Quando a foto não mostra o tempo ou o número de porções, ele deixa em branco em vez de inventar um número plausível. Faltar é melhor que estar errado numa receita que é da sua família.
No modo cozinhar, não. A tela fica acesa até você sair — como num app de mapa.
Foi a primeira coisa que pedimos para nós mesmos: cozinhar com a mão suja e ter que desbloquear o celular a cada passo é o tipo de atrito que faz desistir do app.
Dá. No Android, o Chrome oferece "instalar". No iPhone, use Compartilhar → Adicionar à Tela de Início.
Ele abre em tela cheia, sem a barra do navegador.
Parcialmente. O que já foi carregado continua visível, mas planejar, salvar e usar o assistente precisam de conexão.
O texto das perguntas não é guardado em lugar nenhum. Guardamos apenas o número de chamadas e quanto custaram — sem conteúdo.
A razão é simples: as perguntas do modo cozinhar são íntimas de um jeito que não parece. "Meu filho não pode glúten", "minha sogra é diabética". Guardar esse texto seria guardar dado de saúde de gente que nunca concordou com nada.
Todo mundo da casa vê o mesmo cardápio, a mesma lista e o mesmo caderno. É esse o ponto.
Pessoas de outras casas não veem nada seu. Isso é garantido no banco de dados, não na tela — quem não pertence à casa não consegue ler a linha, mesmo tentando por fora do app.
A foto da geladeira é usada para identificar os ingredientes e não é armazenada. As fotos que você anexa a uma receita do seu caderno ficam guardadas, e são visíveis só para a sua casa.
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